Opera: Passion, Power and Politics

Victoria and Albert Museum

 

Victoria and Albert Museum

 

Victoria and Albert Museum

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics
O Museu Victoria & Albert em colaboração com o Royal Opera House hospedou em sua nova Galeria Sainsbury uma grande e inovadora exposição: Opera: Passion, Power and Politics, que resumiu a fascinante história de quatro séculos de ópera, desde a Itália Renascentista até as  produções vanguardistas dos dias de hoje. Não foi uma exposição convencional. Um túnel do tempo com um sistema de som de última geração conduzia os visitantes à Veneza, Londres, Viena, Milão, Paris, Dresden e Leningrado, hoje São Petersburgo, cidades em que foram estreadas as óperas apresentadas na mostra.

A exposição aconteceu de 30 de setembro a 25 de fevereiro último, em Londres, e ofereceu aos visitantes uma experiência totalmente imersiva. Um verdadeiro show multimídia que apresentou figurinos, partituras, rótulos de parede, slogans, telões, obras de arte históricas, artefatos e obviamente, gloriosas árias. Um sistema de  audioguia detectava automaticamente onde o visitante se encontrava e passava a transmitir explicações, comentários e músicas referentes a esse ambiente. Por exemplo, se você se aproximasse do piano de Mozart, imediatamente, você ouviria um trecho de Le nozze di Figaro. Mágica? Não, alta tecnologia!!!

Algumas pessoas do meu convívio consideram a ópera arcaica, superada e elitista. Afirmam que eu não falo sério quando digo que gosto desse gênero de música. Não sou nenhuma grande conhecedora, mas aprecio. Para mim, a ópera é uma mistura visceral de música, drama, excessos, intensidade e arte. Para o diretor artístico da exibição Opera: Passion, Power and Politics, Robert Carsen: “A ópera é algo vivo. Sempre foi moderna. Durante séculos tem  inspirado a agitação política e as mudanças sociais. A paixão, o poder e a política, mantém a ópera atualizada.”

A exposição iniciava o seu percurso por Veneza, berço da ópera, com L’Incoronazione di Poppea, de Claudio Monteverdi, que estreou no Teatro Santi Giovanni e Paolo por ocasião do carnaval de 1643. O visitante ouve o primeiro dueto emocional de amor.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Em Londres, enquanto os visitantes observavam uma instalação inspirada em um teatro barroco, ouviam Rinaldo, primeira ópera escrita pelo compositor alemão, naturalizado britânico, Handel.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

A terceira etapa desta viagem é a Viena de Mozart. Apresentou Le Nozze di Figaro, que estreou em maio de 1786 no Burgtheater. Se você é apaixonado por Mozart, seguramente saiu da exposição com a ária  “Non so più cosa son, cosa faccio”, persistindo em seus ouvidos por algumas horas.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

O grande destaque da exposição foi Milão. Uma maravilhosa instalação apresentava um conjunto com 150 fotografias de interiores de teatros italianos, fotografados por Matthias Schaller, ao som de Va Pensiero, da ópera Nabucco de G. Verdi.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

Enfim, chegava-se à elegante e encantadora Paris. Tannhäuser de Wagner estreou sua versão francesa em 1861, na Ópera de Paris. Nas paredes pinturas de Degas, Gonzalès e Manet, retratando o hábito parisiense de frequentar óperas e concertos.

 

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics
A Box at the Theatre des Italiens, Eva Gonzalès, oil painting, 1874, France. © Musée d’Orsay.

 

Opera: Passion, Power and Politics
Edgar Degas Ballet de las monjas from Giacomo Meyerbeer’s opera, Roberto le diable.

 

Opera: Passion, Power and Politics
Ernst von Schuch van Robert Sterl Impressionisme

 

Opera: Passion, Power and Politics
Music in the Tuileries Garden, oil painting, Edouard Manet, 1861 – 62. National Gallery NG3260. © The National Gallery, London/Scala, Florence

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

No início do século XX, estreava em Dresden, na Alemanha, a ópera Salomé, de Richard Strauss. Baseada na tragédia de Oscar Wilde, a peça escandalizou toda a sociedade de Dresden. Para contextualizar Salomé, os organizadores da mostra destacaram Dresden como um mundo dos “Estudos de Freud sobre a Histeria” e da arte expressionista. Jogos de luzes lançados sobre modelos em poses provocativas em sofás de stripy, telões onde observava-se cenas de  nudismo e a performance recente de uma Salomé sangrando, acariciando eroticamente a cabeça cortada de João Batista.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics
Nadja Michael (as Salome) in the production “Salome” at the Royal Opera House, in London. (Photo by robbie jack/Corbis via Getty Images)

 

Opera: Passion, Power and Politics
Dmitri Shostakovich

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Em Leningrado, final da exposição, outro filme é exibido em telões. Imagens de um documentário em que Dmitri Shostakovich compunha sua ópera sob o olhar vigilante e patológico de Stalin. A ópera era Lady Macbeth, apresentada pela primeira vez em 1934 e logo em seguida banida por Stalin por não condizer com os costumes vigentes e difundir ideias errôneas de como uma mulher soviética deveria se comportar. Os posters expostos representavam o modernismo soviético.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

“Dia Internacional da Mulher” , por Mihály Biró. Enfatiza o papel das mulheres no movimento socialista. Uma mulher forte e confiante é mostrada a passos largos e segurando a bandeira vermelha do socialismo.

 

Opera: Passion, Power and Politics

Finalizada a fabulosa exposição Opera: Passion, Power and Politics, tenho certeza que grande parte dos visitantes retornaram com uma vontade muito grande de mergulhar nas profundezas da música clássica.

Opera: Passion, Power and Politics

 

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“What would you do for love?”

What would you do for love?

What would you do for love?

What would you do for love?

What would you do for love?

What would you do for love?

What would you do for love?

“What would you do for love?”

Natalie Portman protagoniza a campanha publicitária para o Eau de Parfum Miss Dior. O novo perfume da marca apresenta notas doces e suaves e é feito a partir da Centifolia Rose, uma rosa com cem pétalas, originária de Provence. O bouquet floral presta tributo à lendária paixão que o estilista francês nutria pelas flores.

A campanha intitulada Dior Love Chain faz uma provocação ao lançar essa pergunta tão simples quanto arcaica. O objetivo é o de demonstrar o quão importante é o amor para a Dior. Um sentimento que não deve ser apenas expresso por meio de palavras, mas sim por meio de atitudes.

A maison se associou a WE Charity, (instituiçao de caridade canadense que opera programas colaborativos ao redor do mundo), para apoiar o trabalho das Escolas We no Quênia, proporcionando educação a um maior número de meninas quenianas.

Para cada postagem nas redes sociais com a classificação #DIORLOVECHAIN, será doado um dólar para a WE Movement, divisão de caridade da associação canadense. Com a participação das musas Dior, influenciadores, modelos, jovens artistas e pessoas anônimas, a campanha busca a continuidade do projeto e você pode ajudar.

Para participar, responda à pergunta “E você, o que faria por amor?”. Use sua criatividade e conclua o seu vídeo com o nome de uma ou mais pessoas que são especiais para você, que terá de responder e continuar a cadeia. Não se esqueça de usar a hashtag #DIORLOVECHAIN.
E você, o que faria por amor?

 

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What would you do for love?

Imagens e vídeo: © Christian Dior Parfumes

 

Hotel Fairmont The Queen Elizabeth

Após uma temporada fechado para reformas, o Hotel Fairmont The Queen Elizabeth localizado em Montreal, reabriu suas portas ao público.

O projeto foi executado pelo escritório Sid Lee Architecture. Um novo design harmoniza uma decoração contemporânea com toques vintage e relembra os anos dourados de Montreal.

O Hotel Fairmont The Queen Elizabeth foi inaugurado em 1958 e continua sendo o maior hotel do Canadá, a leste de Toronto. Um novo restaurante, bar e café apresentam inovadores conceitos gastronômicos.

O Restaurante Rosélys é um moderno bistrô que combina a elegância parisiense com o estilo inglês. O Nacarat Bar mistura o glam rock com o pop e a cultura dos pubs britânicos, porém, o grande destaque do Hotel é a Suíte John Lennon & Yoko Ono.

A suíte 1742, onde John Lennon e Yoko Ono realizaram o icônico Bed-In for Peace, em 1969, foi recriada mas manteve a cama de casal na frente da janela principal. O designer inspirou-se nos lugares onde Lennon e Yoko tinham morado ou visitado, como Londres, Nova York, Tóquio e Nova Deli. Obras de arte, peças interativas e instalações multimídia foram incorporadas à suíte. A instalação está aberta ao público.

Bed-In é o nome do protesto pacífico para promover a paz mundial, feito por John Lennon e Yoko Ono. O ex-beatle casou-se com Yoko em 20 de março de 1969. Os artistas aproveitaram o interesse da mídia em torno de seu casamento e realizaram o primeiro Bed-In, que aconteceu no Hotel Hilton de Amsterdã, onde passaram a lua de mel. O casamento e o primeiro Bed-In foram mencionados na canção “The Ballad of John and Yoko”.

No dia 26 de maio o casal viajou para Montreal e hospedou-se na suíte 1742 do Hotel Queen Elizabeth. Durante os sete dias do segundo Bed-In, eles convidaram alguns artistas para cantar a música em favor da paz: “Give a Peace a Chance”, que foi gravada na suíte, no dia 01 de junho de 1969.

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Suíte John Lennon & Yoko Ono

Imagens: Stéphane Brugger

Hotel Fairmont The Queen Elizabeth
900 René-Lévesque Blvd W, Montreal, QC H3B 4A5, Canadá

 

Salvar

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Ana Cristina Cesar é a grande homenageada da Flip 2016

Ana Cristina Cesar

Ana Cristina Cesar

 
Ana Cristina Cesar, ícone da Geração Mimeógrafo e musa da poesia marginal, (1952-83) é a autora homenageada da 14ª edição da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) 2016, que acontece de 29 de junho a 3 de julho de 2016.
Ler Ana Cristina C. é voltar no tempo e manter-se contemporânea. É redescobrir fragmentos de uma época, implacavelmente, tingida pela pátina do tempo; é perceber costumes e hábitos que tornaram-se obsoletos, mas o mais importante, é deparar-se com a delicadeza de sua obra e constatar que a mesma ainda permanece à flor da pele.
Como não amar Ana Cristina C.?

 
Ana Cristina Cesar

Ana Cristina Cesar

Abaixo, frases soltas de sua obra, reunida no livro “Poética”, lançado pela Companhia das Letras. Me perdoem, mas este é o meu jeito torto de ler poesia.

“Datilografei até sentir câimbras…”

“Me sinto em Marienbad, junto dele.”

“A melancólica sou eu, insisto, embora você desaprove sempre, sempre.
Aproveito para pedir outra opinião.”

“… mas não fui eu que pintei a galeria de preto, você sabe que eu não sou sinistra.”

“Oh baby, I wish I had some morphine to give you.”

“Beware: esta compaixão é paixão.”

“Agora irretocável prefiro ficar fora, só na capa do seu livro.”

“Não posso mais mentir. Corto meu jejum com dedos de prosa ao telefone, meu próprio fanatismo em ascensão: O silêncio, o exílio e a astúcia?”

“Para que a morte só seja
Um descanso calmo e doce
Um calmo e doce descanso.”

“Tenho ciúmes deste cigarro que você fuma
Tão distraidamente.”

“Vai-se o inútil salmo, o inútil amor
Em cada começo o fio e a agulha
Em cada som um nome só: fim.”

“Imagino como seria te amar:
desisto da ideia numa total volúpia
e recomeço a escrever
poemas.”

“Me lembro da rádio a mil dentro do carro,
e de uma saudade inata.”

“Te ligo interurbano, te digo:
separa,
separa já desta mulher!”

“Para que você faz das cartas telegramas – você pensa que as palavras custam caro?”

“Sou uma mulher do século XIX
disfarçada em século XX.”

“A mulher era um objeto que variava de preço mais que qualquer ação da Bolsa.”

“garganta ardendo, colubiazol a mão…”

“… saberias então que hoje, nesta noite, diante desta gente, não há ninguém que me interesse e meus versos são apenas para exatamente esta pessoa que deixou de vir…”

“Estas molas a gemer no quarto ao lado
Roberto Carlos a gemer nas curvas da Bahia…”

“Agora que você chegou não preciso mais me roubar. E como farei com os versos que escrevi?”

“Estou vivendo de hora em hora, com muito temor.
Um dia me safarei – aos poucos me safarei, começarei um safari.”

“Não é teu corpo.
É a possibilidade da sombra.”

“Nossa conversa amena;
nossa amizade
até o previsto e casto adeus;
o tempo se poupa;
nos economiza…”

“Queria parecer-me com ele…”

“O namorado se retira uma semana e produz catorze poemas de qualidade. Deixa publicados dois livros e parte para a Europa com um terceiro debaixo do braço…”

“…Me enchem de azias estas noites cheias de Eneida por ler. Esqueci de tomar o remédio, li os cabos e os rabos do Pasquim, já pensou uma filha nossa chamada, se chamando Eneida? meu Deus do céu, eu já estou falando em filha nossa!”

“A mesa não está mais posta. A artista resolve iniciar uma coleção de bulas.”

” … (ambas sentiram; é este o fato curioso, pode-se dizer que ambas sentiram simultaneamente, não por onisciência mas porque a situação o comprovou, o que nega a possibilidade de alucinação por parte de uma apenas, o que permitiria dizer com uma certa margem ilusória que na verdade tratava-se de alucinação de ambas)…”

“Eu invento tudo, absoluta. Me tranco e começo inventando…”

“-Enganei, o poeta falou, os leitores obtusos.
Sem comentários.”

Ana Cristina morreu pouco depois de ter lançado seu primeiro livro, “A teus pés”, por conta de uma depressão que a levou ao suicídio. Abaixo um dos poemas mais bonitos de Maiakovski, adaptado e musicado por Caetano Veloso, nas vozes de Abujamra e Gal Costa, que tão bem se aplica à Ana C.

Imagens: IMS

 

 

 

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

O “Hôtel Barrière Le Normandy”, localizado em Deauville na França e construído em 1912, recentemente passou por uma renovação realizada por Kirei Studio, que procurou preservar a história do hotel, dando continuidade à tradição de usar o clássico toile de Jouy nos papéis de parede dos 271 quartos e suítes do hotel. Novos padrões e  novas cores  foram feitas em colaboração com um especialista em tecido, especialmente para o projeto.
A suíte “Un homme et une femme” foi concebida com base no filme francês de 1966, com o mesmo nome. O toile de Jouy  na cor sépia foi escolhido, devido ao filme ter sido filmado, principalmente em preto e branco. A cabeceira é idêntica a do filme.  Fotografias dos atores decoram as paredes, e faz com que esta suíte volte no tempo. Como se  fosse possível!

 Barrière Le Normandy

Por mais de 10 anos, a designer de interiores Nathalie Ryan  foi a responsável por criar a identidade visual da “Maison Christian Dior”, em todo o mundo, sempre agregando à marca, elegância e luxo por meio do design.

Nascida em Montreal, a designer se mudou para Los Angeles em 1996, com a intenção de ficar apenas alguns meses. Este período evoluiu para quatro anos, durante os quais, trabalhou para a BCBG / Max Azria e foi fundamental para transformar uma série de projetos arquitetônicos em glamourosas boutiques.

Em 2000 um “headhunter” tomou conhecimento da designer e orquestrou um encontro com Sidney Toledano, CEO da Christian Dior. Este encontro mudou por completo toda a trajetória de Nathalie e marcou o início de uma duradoura colaboração com as boutiques Dior. “Trabalhar com a Dior foi uma experiência muito criativa e enriquecedora. Cada cidade trazia as suas próprias peculiaridades para o projeto. Ser capaz de decifrar os costumes locais era fundamental para o sucesso de cada empreendimento.

O principal objetivo era o de traduzir o espírito Dior, ajustando-o e adaptando-o, porém sem desconstruí-lo.” reflete Nathalie. Durante a sua colaboração com a marca, projetou a luxuosa Suíte Dior no Hotel Majestic ,em Cannes, o que resultou em  uma nova parceria, desta vez com o Barrière Hotel Group.

Em 2010 a designer decidiu caminhar com as próprias pernas e criou o Kirei Studio,  (Kirei, palavra que significa beleza em japonês). Seus projetos são sempre belos, elegantes s sofisticados. Nathalie afirma que tudo o que cria é resultado de  anos trabalhando com o mundo da alta costura.

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

 Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

 Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

Kirei_Suite Deluxe terrasse_2014-0380

Terrasse Deluxe Suíte

Kirei_Suite Deluxe terrasse_2014-0385

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

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Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

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Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

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Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

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De Luxe Normande Club Suíte

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

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Suíte Presidencial

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

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Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

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Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio2

Hôtel Barrière Le Normandy by Kirei Studio

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Hôtel Barrière Le Normandy
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Nathalie Ryan