Casa Cosentino por Débora Aguiar

Débora Aguiar

A Casa Cosentino, assinada por Débora Aguiar para a CASACOR São Paulo 2018, foi projetada para a contemplação dos quatro elementos naturais, água, fogo, terra e ar.

A Casa que dispõe de 1.100 m² é composta por hall de entrada, suíte master com spa, home theater, espaço gourmet, sala de jantar e living. Todos os ambientes são integrados e permitem tanto a convivência como a privacidade. Vários pontos de transparência voltados para o jardim, permitem a entrada abundante de luz natural.

Na sala de jantar, uma grande mesa de madeira e 30 pendentes do designer Ingo Maurer dão as boas-vindas aos convidados. O pé direito duplo do living com generosos 7 m junto da torre da lareira formam um eixo que integra o estar ao jantar.

“Toda a circulação e integração dos espaços estão voltados para o jardim, favorecendo a luz natural abundante e levando o verde para dentro dos ambientes. Essa transparência junto à natureza é o que busco em meus projetos para trazer aconchego e bem-estar”, disse a arquiteta.

Destaque para as obras de arte presentes em todos os espaços, tanto internos como externos. São quadros e esculturas de grandes artistas como Brecheret, Ascanio, Ceschiatti, Bruno Giorgi, Di Fiori, Sonia Ebling, entre outros. Confira:

Débora Aguiar

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Ilha do closet em Dekton Entzo Cosentino
Débora Aguiar
Aconchego e sofisticação

Débora Aguiar

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Spa

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Escultura de Ascânio MMM
Débora Aguiar
Dekton Domoos nos painéis da area externa

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Muranos, objetos de arte em vidro soprado

Muranos - Tempo da Delicadeza

A história do vidro de Murano começa na última década do século XIII.
Em 1291 todos os cristaleiros de Veneza foram obrigados a exilar-se em Murano, devido ao grande risco de incêndio existente, uma vez que a maioria de seus edifícios eram feitos em madeira.

A arte do vidro era restrita a algumas tradicionais famílias do Vêneto. Seus segredos e paixão têm sido transmitidos de geração em geração, inalteradamente, até os dias de hoje.

O vidro é feito com areia de quartzo, chumbo e outros materiais, que são dispostos em um forno a uma temperatura de quase 1.500 graus centígrados, convertendo-se em uma substância em estado de brasa. Logo em seguida, extrai-se esta massa com um instrumento intitulado ‘cana’ que será resfriada no interior de um forno, até que o material resultante possa ser manipulado pelo artesão, mais ou menos à temperatura de 1.250 graus.

A delicadeza  e  beleza do vidro foram reforçadas nas obras de grandes pintores como Titian no “Bacchanal de Andri” e Caravaggio, cujo “Baco” segurava um cálice em Murano.
As fundições aperfeiçoaram-se e o espírito competitivo existente entre as cristalerias de Murano, fizeram com que esta arte não parasse no tempo. Hoje são criados vários objetos contemporâneos com igual beleza e harmonia, adequando-se às necessidades e gostos do nosso tempo.

 

Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

 

Murano - Tempo da Delicadeza

 

Murano - Tempo da Delicadeza

 

Murano - Tempo da Delicadeza

 

Murano - Tempo da Delicadeza

 

Murano - Tempo da Delicadeza

 

Murano - Tempo da Delicadeza

 

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Murano - Tempo da Delicadeza

Murano - Tempo da Delicadeza

Imagens:
Seguso Murano
Lu Murano
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