Dior – Haute Couture Surrealista

Dior Surrealista

Maria Grazia Chiuri, diretora artística das coleções femininas na Maison Dior, inspirou-se no movimento surrealista para criar a coleção de Alta-Costura Primavera Verão 2018. O desfile aconteceu na última segunda-feira, no Musée Rodin em Paris.

A estilista romana, feminista de carteirinha, assumiu a direção da grife há cerca de um ano. Já na sua primeira coleção para a Dior, colocou na passarela uma camiseta com os dizeres: “Todos deveríamos ser feministas” e levou para o desfile um tema controverso, que vem crescendo, continuamente.

Na  coleção de Alta-Costura Primavera Verão, Maria Grazia Chiuri homenageou a pintora argentina, Leonor Fini, a mais devassa e dissoluta mulher de seu tempo. Leonor dominava o mundo boêmio da arte parisiense na década de 30 e foi uma das únicas mulheres a fazer parte do movimento surrealista francês, do qual faziam parte, Salvador Dali, Picasso e Henri Cartier-Bresson.

Na passarela, o piso quadriculado em preto e branco, espelhos e toda a atmosfera cênica nos remetem ao Baile de Máscaras de Trumam Capote, uma das mais excepcionais festas privadas do século XX.

Peter Philips, diretor de criação e imagem da Dior, criou para o desfile uma maquiagem gráfica, com tatuagens temporárias nos dedos, braços, orelhas e pescoço. As frases tatuadas nas modelos, foram as do escritor francês, André Breton, precursor do movimento surrealista. Confira abaixo imagens do mais belo desfile da temporada francesa de Alta-Costura Primavera Verão 2018:

“Apenas a teatralidade inevitável da vida me interessa.”
Leonor Fini

Dior Haute Couture

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Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

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Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

Dior Haute Couture

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Imagens: Imaxtree e Marcus Tondo

 

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Art déco na Casa Cor SP

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

Toninho Noronha criou seu elegante espaço na Casa Cor SP 2014, inspirando-se em elementos art déco com uma linguagem contemporânea.
O sonho do arquiteto era o de um dia fazer um ambiente na Casa Cor onde os tijolos de vidro do Jockey, não fossem escondidos, mas sim evidenciados.
Inaugurado em 1941, o Hipódromo Cidade Jardim do Jockey Clube de São Paulo foi projetado e construído em plenos anos 30, anos que foram fortemente influenciados pelo estilo Art Déco.

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

Vários elementos do espaço de 80 m² foram inspirados neste estilo, tais como, tapetes com motivos em triângulos, leques e listras; luminárias e objetos decorativos.
As cores usada no projeto foram o verde esmeralda e celadon, preto e branco e um toque de cinza.
Segundo Toninho o tom do verde usado nas cortinas foi para harmonizar-se com verde existente no Jockey Club.
Detalhes que só o olhar atento de um profissional com uma mente iluminada como a de Toninho Noronha, poderia imaginar.

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

Toninho Noronha - Tempo da Delicadeza

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