“O Grande Circo Místico”

 

“O Grande Circo Místico”

 

“O Grande Circo Místico”

 

“O Grande Circo Místico”

 

“O Grande Circo Místico”

 

“O Grande Circo Místico”

O delicado e poético filme “O Grande Circo Místico” abrirá o 46º Festival de Cinema de Gramado, que acontece entre os dias 17 e 25 de agosto. O filme é o 18º longa-metragem do cineasta Cacá Diegues e foi inspirado em um poema surrealista de Jorge de Lima. “O Grande Circo Místico” conta a história de cinco gerações de uma mesma família circense, do seu apogeu à sua decadência. Celavi, o mestre de cerimônias que não envelhece, nos conduz por essa travessia, narrando grandes amores e aventuras, embalados por grandes clássicos de Chico Buarque e Edu Lobo.

O elenco reúne nomes como Vincent Cassel, Bruna Linzmeyer, Antônio Fagundes, Juliano Cazarré, Marcos Frota e Mariana Ximenes. Roteirizado por George Moura e com  fotografia de Gustavo Hadba, o “Grande Circo Místico” promete encantar o público brasileiro.

O longa de Cacá Diegues esteve recentemente no prestigiado Festival de Cannes (fora da competição) e agora chega ao Palácio dos Festivais de Gramado, para fazer a sua primeira exibição nacional. Sua estreia nos cinemas está prevista para o dia 6 de setembro.

O Festival de Cinema de Gramado fez os holofotes do cinema brasileiro e latino se voltarem para a Serra Gaúcha, firmando Gramado como um dos destinos turísticos mais procurados de todo o Brasil. Ao longo de sua trajetória, o Festival acompanhou todas as fases do cinema nacional, tornando-se pioneiro e referência na realização de eventos do gênero em território nacional. Desde a primeira edição com a consagração de “Toda Nudez Será Castigada”, de Arnaldo Jabor, em 1973, mais de mil Kikitos foram distribuídos entre profissionais do cinema que venceram o evento em diferentes categorias. Além da celebração da produção brasileira o evento ainda inclui em sua programação uma mostra competitiva de filmes ibero-americanos desde 1992. Já os troféus Oscarito, Eduardo Abelin, Kikito de Cristal e Cidade de Gramado prestam homenagem a atores, cineastas e personalidades ligadas ao cinema.

Abaixo, uma pequena amostra, da lindíssima trilha sonora do filme, interpretada por alguns dos melhores nomes da MPB. Confesso que foi dificílimo fazer essa estreita seleção. Queria postar várias outras e também as mesmas postadas, mas com diferentes intérpretes. Todas belíssimas. Confira:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

cacadiegues
Cacá Diegues

 

45º Festival de Cinema de Gramado 2017 - 22/08/2017 - Troféu Kikito - Crédito : Diego Vara / Pressphoto
Troféu Kikito – Imagem: Diego Vara – Pressphoto

 

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SP-Arte 2018

SP-Arte 2018

SP-Arte 2018

SP-Arte 2018

 

De 12 a 15 de abril acontece em São Paulo a 14ª edição da SP-Arte, que traz à capital paulista, o melhor da arte moderna e contemporânea. O festival está aberto ao público, no pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera. São mais de 140 expositores, expoentes do mercado nacional e internacional. Das 34 galerias internacionais que participam do evento, 13 são novatas e apresentam alguns de seus artistas mais notáveis. O evento agrega uma série de mostras paralelas e complementares, com visitas guiadas que saem a cada meia hora do balcão na entrada do Pavilhão. Entre os trabalhos expostos, o público poderá conferir os projetos “Solo e Repertório”, com a curadoria de Luiza Teixeira de Freitas. Os espaços foram concebidos com o objetivo de evidenciar a produção de importantes nomes do cenário contemporâneo. Programa imperdível para quem estiver em São Paulo, no final de semana.
Tempo da Delicadeza fez suas escolhas, e indica o que considera essencial para ser visto na SP-Arte 2018. Confira:

 

SP-Arte 2018
Anish Kapoor – Shadow III 7 – Técnica: Gravura em metal – © ArtEEdições Galeria

 

SP-Arte 2018
Marina Weffort –  da série “Tecidos”  © Pat Kilgore / Cavalo

 

SP-Arte 2018
Marina Weffort – da série “Tecidos” © Pat Kilgore / Cavalo

 

SP-Arte 2018
João José Costa – Galeria Berenice Arvani – Técnica: Guache sobre cartão – © Galeria Berenice Arvani

 

SP-Arte 2018
João José Costa – Galeria Berenice Arvani – Técnica: Guache sobre cartão – © Galeria Berenice Arvani

 

Steve McCurry – Galeria de Babel – Título: Tempestade de Areia (Rajasthan, India) Data do trabalho: 1983. Técnica: C-print digital no papel Fuji Flex Crystal Archive adesivado em ACM (aluminio composto). Moldura em folha de madeira tratada de nogueira e vidro anti-reflexo alemão 99% proteção Dimensões: 55,3 x 36,7 x 7 cm :copyright: Steve McCurry / Galeria de Babel

 

Steve McCurry – Vendedor de Flores em Dal Lake (Jammu e Kashmir. Srinagar, India) Steve McCurry – :copyright: Steve McCurry / Galeria de Babel – Técnica: C-print digital no papel Fuji Flex Crystal Archive adesivado em ACM (aluminio composto). Moldura em folha de madeira tratada de nogueira e vidro anti-reflexo alemão 70% proteção.

 

Steve McCurry – Título: Menina Afegã com Xale Verde. Data do trabalho: 2002. Técnica: C-print digital no papel Fuji Flex Crystal Archive adesivado em ACM (aluminio composto). Moldura em folha de madeira tratada de nogueira e vidro anti-reflexo alemão 70% proteção – :copyright: Steve McCurry / Galeria de Babel

 

SP-Arte 2018
Ted Larsen – Privateview Ted Larsen – Técnica: Ferro, compensado marítimo, :copyright: Privateview

 

SP-Arte 2018
Martin Derner – Kubikgallery, :copyright: Constança Babo / Kubikgallery

 

Pixinguinha
Walter Firmo – Galeria Mario Cohen – Título: Pixinguinha I. Data do trabalho: 1964 Técnica: Impressão digital em papel de algodão, :copyright: Galeria Mario Cohen.

 

SP-Arte 2018
Andrei Thomaz – Adelina Galeria  – Título: Céus -Técnica: Fotografia :copyright: Andrei Thomaz / Adelina Galeria

 

SP-Arte 2018
Marília Bianchini – Galeria de Arte Mamute – Título: Revoada Data do trabalho: 2017 Técnica: Fotografia com impressão sobre papel artesanal – © Galeria de Arte Mamute

 

Volpi
Alfredo Volpi – Dan Galeria Alfredo Volpi Título: Velas e mastros Data do trabalho: 1970 Técnica: Têmpera sobre tela Dimensões: 137 x 68 cm :copyright: Dan Galeria

 

SP-Arte 2018
Luzia Simons – Bolsa de Arte de Porto Alegre Luzia Simons. Título: Stockage 128 – Técnica: Scanograma, impressão light jet, metacrilato – © Bolsa de Arte de Porto Alegre

 

SP-Arte 2018
Adriano de Aquino – OÁ Galeria – Técnica: Poliuretano uretano sobre alumínio – © Bruno Coelho / OÁ Galeria

 

SP-Arte 2018
Luiz Sacilotto – Dan Galeria – Título: C 9991- Técnica: Tinta acrílica sobre tela – © Dan Galeria

 

SP-Arte 2018
Vik Muniz – Galeria Nara Roesler – The Abaporu, after Tarsila – Técnica: Impressão de pigmento sobre papel de algodão – © Vik Muniz / Galeria Nara Roesler

 

SP-Arte 2018
Josef Albers – :copyright: The Josef and Anni Albers Foundation / Artists Rights Society (ARS), New York. Courtesy David Zwirner, New York/London/Hong Kong

 

SP-Arte 2018
Fernanda Fragateiro – Técnica: Carderno acrílico ,© António Jorge Silva. Courtesy of the artist and the Galería Elba Benítez.

 

 Núcleo editorial:

 

SP-Arte 2018
Betina Samaia – Editora Madalena – Título: Noite afora noite adentro – Data do trabalho: 2017 Fotolivro :copyright: Editora Madalena

 

SP-Arte 2018
Adriana Varejão, Lilia Moritz Schwarcz – Título: Pérola Imperfeita: A história e as histórias na obra de Adriana Varejão :copyright: Cobogó

 

SP-Arte 2018
Marcelo Brodsky – Editora Madalena -Título: 1968: The fire of ideas – Data do trabalho: 2017 Fotolivro © Editora Madalena

 

SP-Arte 2018
Sebastião Salgado – Taschen – Título: Gênesis. Data do trabalho: 2013 Fotolivro © Taschen

 

SP-Arte 2018
Yoko Ono e John Lennon – Desapê Yoko Ono e John Lennon Título: This is not here Data: 1971 Publicação de artista Dimensões: 55.5 x 43 cm © Rose Steinmetz / Desapê

 

Design:

Os mais destacados expositores do mobiliário brasileiro dividem espaço com respeitados antiquários e designers independentes. “O mobiliário moderno brasileiro é referência no mundo inteiro. Hoje, nossos designers contemporâneos também vêm criando uma produção cheia de personalidade que é reconhecida internacionalmente. Queremos então, reunir todo esse potencial do design brasileiro ao Festival: seja ele antigo, moderno ou contemporâneo, produzido em maior ou menor escala e das mais diversas vertentes”, afirma Fernanda Feitosa, diretora da SP-Arte. Os estandes do setor apresentam luminárias, peças de tapeçaria, além de mobiliário moderno e contemporâneo. Tudo disposto em um ambiente que convida o público a ter um contato próximo com as peças e interagir com os criadores.

 

SP-Arte 2018
Paulo Alves – Estúdio Paulo Alves – Peça: Chaise Sereia Data do trabalho: 2005 – Materiais: Compensado multilaminado de sumaúma – Dimensões: 75 cm x 1,77 m x 54 cm © Estúdio Paulo Alves

 

SP-Arte 2018
Paulo Alves – Estúdio Paulo Alves – Poltrona Bombom – Data do trabalho: 2017 Materiais: Madeira e tecido Dimensões: 60 x 60 x 60 cm :copyright: Estúdio Paulo Alves

 

SP-Arte 2018
Hugo França – Hugo França – Peça: Cadeira Leza. Data do trabalho: 2017 – Materiais: Madeira Pequi Dimensões: 64 x 49 x 46 cm :copyright: André Godoy / Hugo França

 

SP-Arte 2018
Ana Neute por Itens – Peça: Shanghai Data do trabalho: 2016 – Luminária em cobre escovado e branco microtextura. Dimensões: 60 x 40 x 40 cm :copyright: Nicolas Camargo / Ana Neute por Itens

 

SP-Arte 2018
Ana Neute por Itens – Jabuticaba. Data do trabalho: 2016. Materiais: Luminária em latão escovado e globos em vidro Dimensões: 25 x 170 x 25 cm :copyright: Nicolas Camargo / Ana Neute por Itens

 

SP-Arte 2018
Jacqueline Terpins – Peças: Vaso Glacial I + Vaso Glacial II Data do trabalho: 2018 Materiais: Cristal Soprado Free Form Dimensões: 45 x 30 x 17,5 (maior) e 19 x 9 x 8 (menor) © Andrés Otero / Jacqueline Terpins

 

SP-Arte 2018
Jacqueline Terpins – Peça: Vaso Corte Data do trabalho: 2018 Materiais: Cristal Soprado Free Form. Dimensões: 42 x 17 x 15 cm :copyright: Andrés Otero / Jacqueline Terpins

 

Sp-Arte/2018
12 a 15 de abril
13h às 21h
Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera, Portão 3
São Paulo – Brasil

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Entrada: R$ 45,00 (geral), R$ 20,00 (meia proporcional) – estudantes, portadores de deficiência e idosos com mais de 60 anos – necessário a apresentação de documentos.
O Vale-Cultural poderá ser utilizado para o abatimento de 50% do valor do ingresso. Crianças de até 10 anos não pagam.

 

Opera: Passion, Power and Politics

Victoria and Albert Museum

 

Victoria and Albert Museum

 

Victoria and Albert Museum

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics
O Museu Victoria & Albert em colaboração com o Royal Opera House hospedou em sua nova Galeria Sainsbury uma grande e inovadora exposição: Opera: Passion, Power and Politics, que resumiu a fascinante história de quatro séculos de ópera, desde a Itália Renascentista até as  produções vanguardistas dos dias de hoje. Não foi uma exposição convencional. Um túnel do tempo com um sistema de som de última geração conduzia os visitantes à Veneza, Londres, Viena, Milão, Paris, Dresden e Leningrado, hoje São Petersburgo, cidades em que foram estreadas as óperas apresentadas na mostra.

A exposição aconteceu de 30 de setembro a 25 de fevereiro último, em Londres, e ofereceu aos visitantes uma experiência totalmente imersiva. Um verdadeiro show multimídia que apresentou figurinos, partituras, rótulos de parede, slogans, telões, obras de arte históricas, artefatos e obviamente, gloriosas árias. Um sistema de  audioguia detectava automaticamente onde o visitante se encontrava e passava a transmitir explicações, comentários e músicas referentes a esse ambiente. Por exemplo, se você se aproximasse do piano de Mozart, imediatamente, você ouviria um trecho de Le nozze di Figaro. Mágica? Não, alta tecnologia!!!

Algumas pessoas do meu convívio consideram a ópera arcaica, superada e elitista. Afirmam que eu não falo sério quando digo que gosto desse gênero de música. Não sou nenhuma grande conhecedora, mas aprecio. Para mim, a ópera é uma mistura visceral de música, drama, excessos, intensidade e arte. Para o diretor artístico da exibição Opera: Passion, Power and Politics, Robert Carsen: “A ópera é algo vivo. Sempre foi moderna. Durante séculos tem  inspirado a agitação política e as mudanças sociais. A paixão, o poder e a política, mantém a ópera atualizada.”

A exposição iniciava o seu percurso por Veneza, berço da ópera, com L’Incoronazione di Poppea, de Claudio Monteverdi, que estreou no Teatro Santi Giovanni e Paolo por ocasião do carnaval de 1643. O visitante ouve o primeiro dueto emocional de amor.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Em Londres, enquanto os visitantes observavam uma instalação inspirada em um teatro barroco, ouviam Rinaldo, primeira ópera escrita pelo compositor alemão, naturalizado britânico, Handel.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

A terceira etapa desta viagem é a Viena de Mozart. Apresentou Le Nozze di Figaro, que estreou em maio de 1786 no Burgtheater. Se você é apaixonado por Mozart, seguramente saiu da exposição com a ária  “Non so più cosa son, cosa faccio”, persistindo em seus ouvidos por algumas horas.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

O grande destaque da exposição foi Milão. Uma maravilhosa instalação apresentava um conjunto com 150 fotografias de interiores de teatros italianos, fotografados por Matthias Schaller, ao som de Va Pensiero, da ópera Nabucco de G. Verdi.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

Enfim, chegava-se à elegante e encantadora Paris. Tannhäuser de Wagner estreou sua versão francesa em 1861, na Ópera de Paris. Nas paredes pinturas de Degas, Gonzalès e Manet, retratando o hábito parisiense de frequentar óperas e concertos.

 

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics
A Box at the Theatre des Italiens, Eva Gonzalès, oil painting, 1874, France. © Musée d’Orsay.

 

Opera: Passion, Power and Politics
Edgar Degas Ballet de las monjas from Giacomo Meyerbeer’s opera, Roberto le diable.

 

Opera: Passion, Power and Politics
Ernst von Schuch van Robert Sterl Impressionisme

 

Opera: Passion, Power and Politics
Music in the Tuileries Garden, oil painting, Edouard Manet, 1861 – 62. National Gallery NG3260. © The National Gallery, London/Scala, Florence

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

No início do século XX, estreava em Dresden, na Alemanha, a ópera Salomé, de Richard Strauss. Baseada na tragédia de Oscar Wilde, a peça escandalizou toda a sociedade de Dresden. Para contextualizar Salomé, os organizadores da mostra destacaram Dresden como um mundo dos “Estudos de Freud sobre a Histeria” e da arte expressionista. Jogos de luzes lançados sobre modelos em poses provocativas em sofás de stripy, telões onde observava-se cenas de  nudismo e a performance recente de uma Salomé sangrando, acariciando eroticamente a cabeça cortada de João Batista.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics
Nadja Michael (as Salome) in the production “Salome” at the Royal Opera House, in London. (Photo by robbie jack/Corbis via Getty Images)

 

Opera: Passion, Power and Politics
Dmitri Shostakovich

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Em Leningrado, final da exposição, outro filme é exibido em telões. Imagens de um documentário em que Dmitri Shostakovich compunha sua ópera sob o olhar vigilante e patológico de Stalin. A ópera era Lady Macbeth, apresentada pela primeira vez em 1934 e logo em seguida banida por Stalin por não condizer com os costumes vigentes e difundir ideias errôneas de como uma mulher soviética deveria se comportar. Os posters expostos representavam o modernismo soviético.

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

“Dia Internacional da Mulher” , por Mihály Biró. Enfatiza o papel das mulheres no movimento socialista. Uma mulher forte e confiante é mostrada a passos largos e segurando a bandeira vermelha do socialismo.

 

Opera: Passion, Power and Politics

Finalizada a fabulosa exposição Opera: Passion, Power and Politics, tenho certeza que grande parte dos visitantes retornaram com uma vontade muito grande de mergulhar nas profundezas da música clássica.

Opera: Passion, Power and Politics

 

Opera: Passion, Power and Politics

 

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Sculpture by the Sea

Under One Sky' by Stephan Marr. Photo Brook Mitchell
Under One Sky’ by Stephan Marr. Photo Brook Mitchell

Sculpture by the Sea é a maior exposição ao ar livre do mundo. Acontece em Bondi Beach, uma das mais famosas praias de Sydney, na Austrália. Considerado um dos eventos mais populares do país, atrai cerca de 520.000 pessoas, anualmente. Os artistas instalam suas esculturas contemporâneas, ao longo da costa, que são projetadas com o objetivo de interagir com o público.

A 21° edição da exposição acontece de 19 de outubro a 5 de novembro e apresenta 104 obras de artistas do mundo inteiro.
Confira abaixo algumas esculturas presentes no evento:

Alessandra Rossi, Untitled Coral (aqua), Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Richard Watson
Alessandra Rossi, Untitled Coral (aqua). Photo Richard Watson

 

Ben Fasham, Tears of Joy, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Richard Watson
Ben Fasham, Tears of Joy. Photo Richard Watson

 

Song Jianshu, 1km Tower, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Richard Watson
Song Jianshu, 1km Tower. Photo Richard Watson

 

Aliesha Mafrici, Statis III, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Richard Watson
Aliesha Mafrici, Statis III. Photo Richard Watson

 

April Pine, Pause, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Hugh Sando
April Pine, Pause. Photo Hugh Sando

 

Elyssa Sykes-Smith, Alliance Amongst Adversity, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Richard Watson
Elyssa Sykes-Smith, Alliance Amongst Adversity. Photo Richard Watson

 

Lucy Humphrey, Horizon, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Jessica Wyld
Lucy Humphrey, Horizon. Photo Jessica Wyld

 

Tsukasa Nakahara 'High Tide'
Tsukasa Nakahara ‘High Tide’ Photograph: Anna Kucera

 

B Jane Cowie 'Swirling Surround'
B Jane Cowie ‘Swirling Surround’ Photograph: Anna Kucera

 

David Ball - Orb. Photo: Jessica Wyld
David Ball – Orb. Photo: Jessica Wyld

 

Jörg Plickat, Existence – Just a Loop in Infinity of Time, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Jessica Wyld
Jörg Plickat, Existence – Just a Loop in Infinity of Time. Photo Jessica Wyld

 

Tony Cragg, Luke, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Jessica Wyld
Tony Cragg, Luke. Photo Jessica Wyld

 

Zadok Ben-David, Big Boy, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Richard Watson
Zadok Ben-David, Big Boy. Photo Richard Watson

 

Anne Neil, Murmur, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Stellar Fraser
Anne Neil, Murmur. Photo Stellar Fraser

 

Masayuki Sugiyama, Blue Cylinder Revolution, Sculpture by the Sea, Cottesloe 2017. Photo Richard Watson
Masayuki Sugiyama, Blue Cylinder Revolution. Photo Richard Watson

 

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Sonia Payes, ‘littoral echo’. Photo © c yee

 

A delicada obra de Agnes Martin

Agnes Martin

Nascida no Canadá, Agnes Martin (1912-2004) é considerada uma das precursoras da Minimal Art. A atenção dada pela artista às sutilezas de linha, superfície, tom e proporção, produz um trabalho impressionante e complexo.
Suas grandes telas quadradas e inovadoras, muitas vezes quando vistas de longe, parecem ser apenas uma tela em branco.

O compromisso de Agnes era com a crença no poder transformador da arte, na sua capacidade de demonstrar o que chamou de “emoções abstratas” – felicidade, amor, inocência, liberdade, beleza e perfeição.

Ao contrário da obra de Jackson Pollock, protótipo da criatividade autodestrutiva, cujo trabalho, a meu ver, caótico, e que transmite uma enorme inquietação e profunda sensação de desordem, a obra de Agnes Martin é suave e bela. Suas grades e listras em cores delicadas, emitem uma enorme sensação de paz e serenidade.
Inspire-se:

Agnes Martin

Agnes Martin

Agnes Martin

Agnes Martin

Agnes Martin

Agnes Martin

Agnes Martin

“Eu gostaria que meu trabalho representasse beleza, inocência e felicidade. Eu gostaria que todos eles representassem isso.” – Agnes Martin