Lorenzo Quinn

Lorenzo Quinn na Bienal de Veneza

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Um dos pontos altos da Bienal de Veneza de 2017 é a monumental instalação de 9 metros de altura, no exterior do luxuoso Hotel Ca’ Sagredo. Dois enormes braços emergem, entre gôndolas e casais apaixonados, das águas do Grand Canal.
A obra intitulada Support  foi realizada por um dos mais renomados escultores contemporâneos – Lorenzo Quinn. O projeto é patrocinado pela cidade de Veneza e promovido pela Halcyon Gallery, com o apoio do  Ca ‘ Sagredo Hotel.

Quinn é conhecido por usar as partes do corpo humano, especialmente as mãos, em suas esculturas.  Sua obra apresenta um aspecto peculiar e preocupante, que nos transmite uma sensação de medo, ao ressaltar a fragilidade e delicadeza da vida, diante da surpreendente força da natureza.

O aquecimento global vem provocando aumento do nível dos oceanos e pode deixar vários destinos turísticos debaixo d’água – incluindo a cidade de arte flutuante, Veneza, na Itália, seguramente, uma das mais charmosas e românticas do mundo.

“Eu queria esculpir o que é considerado a parte mais difícil e tecnicamente mais desafiadora do corpo humano, a mão. A mão tem poder – o poder de amar, odiar, criar e destruir”, declara o escultor Lorenzo Quinn.

Lorenzo, como todo grande artista, está à frente de seu tempo. Sua obra demonstra a capacidade que os seres humanos têm para modificar e reequilibrar o mundo ambiental, social e econômico. Seu compromisso com o meio ambiente não é nova. O escultor italiano, filho do consagrado ator Anthony Quinn, representou com a sua obra “Força da Natureza II” o tsunami de 2009, revertendo todo o dinheiro arrecadado, para as comunidades que foram afetadas pelo desastre natural.

Support ficará exposta até o dia 26 de novembro, data de encerramento da Bienal de Veneza e nos convida à reflexão. Confira:

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Imagens: Lorenzo Quinn

 

 

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4 comentários em “Lorenzo Quinn na Bienal de Veneza

  1. Querida FRida, não vejo a hora de ver ao vivo esta obra incrível. Em hulho partiremos pela terceira vez a Venza. Cidade que tem que se voltar sempre. Estou encantada em poder ver a Bienal desta vez. Amo Veneza e ficaremos no mesmo Hotel de sempre, o Metropolis, ao lado da Ponte dos Ssupiros. Beijos!

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