Museu do Amanhã

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O Museu do Amanhã, novo ícone da revitalização da região portuária do Rio de Janeiro foi concebido pelo renomado arquiteto espanhol Santiago Calatrava, também responsável pela Ponte da Mulher, em Buenos Aires e pelo Estádio Olímpico de Atenas, onde foram disputadas as competições da Olimpíada de 2004.
O edifício do Museu do Amanhã com 15 mil m²,  apresenta todo o seu conteúdo voltado para a sustentabilidade. Cercado por espelhos d’água, jardins com espécies típicas da Mata Atlântica e ciclovias, oferece também uma belíssima visão da Baía de Guanabara .
Com design arrojado e forma curva e longilínea, o arquiteto inspirou-se nas bromélias do Jardim Botânico para projetá-lo. Uma das maiores preocupações de Calatrava era a de preservar  a visibilidade da rica arquitetura carioca existente no entorno, tais como:  Mosteiro São Bento, importante construção barroca, o Edifício “A Noite”, primeiro arranha-céu da América Latina, sede da Rádio Nacional e o Museu de Arte do Rio (MAR).
Destaque para a obra de Frank Stella (um dos mais importantes artistas contemporâneos dos Estados Unidos), uma estrela de vinte pontas com seis metros de diâmetro que acrescentou ainda mais beleza ao projeto de Calatrava.

Museu do Amanhã

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No Museu do Amanhã, passado, presente e futuro se unem para responder às nossas mais  frequentes indagações: De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?
Sendo um museu de ciência, recorre ao procedimento empírico e interativo; não exibe objetos e sim ideias e estimula o público a refletir um pouco mais sobre o impacto que está causando ao planeta.
A Exposição principal do Museu do Amanhã se divide em cinco áreas:
Cosmos: O público faz uma viagem sensorial pelo Universo, desde as galáxias mais distantes até às partículas microscópicas.

Terra: Três cubos de sete metros de largura por sete metros de altura representam as três dimensões da existência – matéria, vida e pensamento. Condições singulares que possibilitaram o surgimento da vida no planeta e o desenvolvimento da inteligência e da cultura humanas.
“O cérebro é um órgão plástico em permanente transformação, causado pela vida do indivíduo; pelo mundo em que ele vive e o que o mundo impõe a ele. O cérebro reage tanto a estímulos físicos, quanto a estímulos simbólicos”, explica o psicanalista Benilton Bezerra Jr., consultor do museu para a área do pensamento.
Se o funcionamento do cérebro é um fenômeno comum a toda a humanidade, a diversidade das culturas que daí emerge é imensa: um labirinto de mais de mil imagens retrata a forma como, em diferentes partes do mundo, os seres humanos celebram, habitam, amam, falam, se alimentam, se vestem, têm conflitos, residem num total de mais de 20 temas. O espaço ganha sonoridade por meio de dez trilhas assinadas por Lucas Marcier, que representam a diversidade do pensamento humano.

Antropoceno: Totens com dez metros de altura com conteúdo audiovisual, provocam uma reflexão ética aos visitantes, que são estimulados a pensar sobre o impacto que estão causando ao planeta, alterando o clima, degradando biomas e interferindo nos ecossistemas.

Os Amanhãs: Desdobram-se no Museu numa área em forma de “origamis”, com três ambientes que aprofundam as tendências principais: o público pode calcular sua pegada ecológica; participar de um jogo colaborativo em que é preciso administrar os recursos do planeta para mantê-lo sustentável e descobrir qual seria seu perfil diante dos avanços tecnológicos e dos desafios que o futuro apresenta.

Nós: Depois desse momento de reflexão, um belvedere se abre sobre a Baía de Guanabara e o público volta ao “hoje” renovado.

Museu do Amanhã

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Estrela de vinte pontas do artista Frank Stella.
 Museu do Amanhã

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Endereço: Praça Mauá, 1 – Centro – Rio de Janeiro/RJ – Brasil
Não há estacionamento no local.

Imagens:
Byron Prujansky
Bernard Lessa

 

 

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3 comentários em “Museu do Amanhã

  1. Fantástico espaço de um futuro real. Obra que soma sensibilidade + criatividade. Parabéns!!!!!

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