Quando pequena sonhava em ser advogada, até que um dia, seu professor de arte, lhe perguntou se já havia pensado em fazer arquitetura, pois só desenhava edifícios durante as aulas. Blayney, então percebera que a arquitetura era a sua verdadeira vocação.
Blainey North and Associates é uma empresa de arquitetura e design de interiores, localizada em Sydney, Austrália.
Especializada em projetos sofisticados e, sob medida, projeta hotéis de luxo, residências, escritórios e móveis.
Blainey é responsável pela criação dos interiores australianos mais espetaculares dos últimos anos.
Seus projetos são frescos e modernos, mas sempre fazendo referência ao refinamento de projetos do passado. Prefere não fazer nada que seja tendência. Realmente um bom design e intemporalidade andam sempre juntos, uma vez que, devem durar por um longo tempo.
Detalhista, gosta de criar o interior, o mobiliário, a iluminação, o tapete, enfim todos os detalhes, para que tudo seja abrangido como um todo.
Para Blainey, cada projeto é um projeto e deve ter a sua própria identidade. Para tanto, está sempre atenta a todos os pormenores.
Semana passada, o Hotel Crown Metropol Perth foi agraciado com o prêmio “Best Australian Hotel Renovation” at the 2013 International Hotel Awards for Asia Pacific.
Blainey North foi a responsável pela renovação da arquitetura e design de interiores deste grande hotel .
Desnecessário dizer que seus espaços são deslumbrantes!
A Era do Jazz, também conhecida como “The Roaring Twenties”, teve início com o término da Primeira Guerra Mundial. Este período foi marcado por uma enorme revolução nos costumes vigentes. A ordem era mudar, subverter e criar novos conceitos.
Com o fim da guerra, jovens contestadores resolveram viver intensamente. O período foi marcado por festas embaladas pelo ritmo do Jazz, glamour, brilho, prazer, diversão, prosperidade econômica, luxo, carros velozes e , champagne.
Nas grandes metrópoles houve uma uma grande efervescência cultural. No Brasil ocorreu a Semana de Arte Moderna, também chamada de Semana de 22, que representou uma verdadeira renovação no contexto artístico e cultural, marcando o início do Modernismo no país.
Flappers – Melindrosas:
Com o final da guerra as jovens começam a contestar os costumes vigentes.
Surgem então, as Melindrosas ou “Flappers”, jovens que passam a adotar um comportamento inaceitável para a época. São ousadas, usam maquiagem em excesso, tiram as sobrancelhas, fumam e bebem em público, isto em pleno período da Lei Seca nos EUA e, passam a dirigir seus próprios carros. Audaciosas, desrespeitam as normas sociais e sexuais.
Os cabelos são cortados em barbearias no estilo À La Garçone. Seus vestidos ficam mais curtos e ganham miçangas e franjas para balançarem e reluzirem ao som do Jazz e Charleston. Coco Chanel, influencia estas jovens, quando reproduz em suas próprias roupas a sua personalidade, emancipando as mulheres dos fru-frus e babados.
Art Deco:
É um movimento internacional de design, meramente decorativo, que surgiu em 1925, influenciando as artes em geral. Considerado elegante, funcional e moderno, utiliza os princípios do cubismo, geometrizando tudo, edifícios, joias, esculturas, luminárias e móveis.
Tamara de Lempicka:
Foi uma grande pintora Art Deco. Desenvolveu seu próprio estilo, único e ousado, definido por muitos como “Cubismo Suave”.
Por volta de 1923 começou a expor seu trabalho em importantes galerias.
Levou uma vida boêmia, digna de uma “Flapper”.
Fim da Era do Jazz:
A Era do Jazz chega ao fim com o “crash” de 1929, quando o mercado acionário cai e o mundo mergulha em uma Grande Depressão. Não há mais espaço para frivolidades. No entanto, grande parte das mudanças impetradas pelas “Flappers”, permanecem.
A seguir, algumas imagens que ilustram este período:
Moçambique é um país localizado na Costa Oriental da África Austral. Sua capital é Maputo, cidade com aproximadamente 1.200.000 habitantes.
Inicialmente Moçambique pertencia a Portugal, tornando-se independente somente em 25 de junho de 1975, depois de uma guerra de libertação que durou cerca de dez anos. Após a independência, o país enfrentou uma longa guerra civil entre os anos de 1976 e 1992.
O fim desta guerra civil que durou 16 anos, as enchentes do ano 2000 e, a existência de minas terrestres não desativadas, dificultaram a reconstrução da economia de Moçambique.
A guerra deixou marcas profundas na alma moçambicana e na vegetação dizimada, mas ironicamente ajudou a preservar outras áreas do país, que permaneceram intocadas.
Moçambique possui um enorme potencial para o turismo. Com mais de dois mil quilômetros de litoral voltado para o Índico, apresenta praias paradisíacas e zonas propícias ao mergulho e pesca.
Suas deslumbrantes barreiras de coral, seus ecossistemas ricos em espécies raras, algumas das quais em vias de extinção, e um mar aberto onde são permitidos a caça submarina e a pesca desportiva, tornou-se o destino mais almejado para os amantes destes esportes.
Moçambique é conhecido como polo cultural no campo da arquitetura, música, pintura, literatura e poesia.
A delicadeza da obra de Mia Couto, na literatura Moçambicana, há muito ultrapassou as fronteiras nacionais.
Na música, a Timbila Chope (instrumento musical de percussão) foi reconhecido pela Unesco Patrimônio Mundial da Humanidade.

Igreja da Polana.
A Igreja de Santo António da Polana é um edifício emblemático de arquitetura moderna, construída em 1962 na cidade de Maputo. Foi projetada pelo arquiteto Nuno Craveiro Lopes.
Mia Couto
MAPUTO:
Oferece aos visitantes o turismo urbano. A belíssima capital de Moçambique e da Província, têm largas avenidas revestidas de acácias rubras e jacarandá, além de sol e mar nas magníficas praias da costa do Índico.
O que ver em Maputo:
Casa de Ferro: Embora o interior desse casarão não tenha nenhum atrativo para o visitante, o local merece uma visita por sua inusitada construção feita em ferro em 1892, uma obra do engenheiro francês Gustave Eiffel, o mesmo que participou da construção da Estátua da Liberdade em Nova York e da Torre Eiffel em Paris. Trazida da França, a casa chegou a ser construída para abrigar a residência do primeiro governador português de Maputo, mas que não chegou a ser usada devido ao clima quente da cidade. O prédio, todo em aço é aquecido a tempertures extremas ninguém jamais viveu nele. Av. Samora Machel (em frente ao parque Tundura) De seg. a sex. das 7h30 às 15h30. Entrada grátis.
Estação de Ferro:
O prédio que abriga a Estação de Ferro de Moçambique, em Maputo foi escolhido entre as mais bonitas estações de trem do mundo pela revista Travel+Leisure, de acordo com matéria divulgada no blog Moçambique para Todos.
A estação moçambicana foi inaugurada em 1910 e hoje figura na lista das mais belas do mundo ao lado da St. Pancras, em Londres; Sirkeci, em Istambul; Atocha, em Madrid; Estação Central de Antuérpia, na Bélgica; Southern Cross Station, em Melbourne; United Station, em Los Angeles; Penn Station, de Nova Iorque; Michigan Central Station, de Detroit; entre outras.
Onde ficar em Maputo:
Hotel Polana: Avenida Julius Nyerere, 1380. Maputo Moçambique.
Histórico edifício totalmente remodelado, que combina a elegância e o esplendor da época colonial com o encanto da decoração africana.
Parque Nacional de Gorongosa:
Está localizado na província de Sofala, no extremo sul do grande vale de Rift da África Oriental. Está sendo restaurado e, talvez seja a maior história de restauração da vida selvagem na África, onde estão sendo reintroduzidas espécies que quase foram extintas durante a guerra civil. A Gorongosa foi cenário de sangrentas batalhas, que se arrastaram por longos 16 anos. O Parque conta com pouco mais de 4000 km², e sua fauna e flora bravia estão renascendo das cinzas.
Memória de Elefante:
Safari é sempre uma questão de sorte. Mas no Parque Nacional, muitos animais, sobretudo os elefantes, quase não aparecem, são ainda tímidos: “Os elefantes de cá ainda têm um bocado de trauma por causa do passado que tiveram, eles sempre assistiram os outros elefantes serem atacados. Então sempre que vêem a presença de um carro, é uma ameaça para eles.” queixa-se Moutinho, o guia do parque. Até hoje, diz, os elefantes atacam os carros: “Agora já estão a tentar habituar-se um bocado, tentam ficar um pouco mais relaxados. Mas nem todos.”
Os elefantes podem viver até 70 anos, mas sua memória é eterna: os da Gorongosa sabem bem o que se passou quando eram mais jovens. Ainda hoje se lembram de ver as suas mães, as suas avós e as suas irmãs serem mortas.

Crianças da Comunidade de Vinho, uma das aldeias da zona tampão do Parque Nacional da Gorongosa, situada junto ao rio Pungué. Sem dúvida que o futuro destas crianças e o futuro do Parque estão interligados!
“O Parque Nacional da Gorongosa é a maior maravilha de Moçambique – uma África em miniatura, com um ecossistema que se parece com o protótipo divino”
The Sunday Times
Visit: www.gorongosa.org
Arquipélago de Bazaruto:
O arquipélago de Bazaruto está localizado no Oceano Índico, ao longo da Costa de Moçambique. Considerado um dos mais belos arquipélagos do Continente Africano, fica a 600 km de Maputo.
Bazaruto é a maior ilha e deu o nome ao arquipélago. Tem 35 km de comprimento e 7 km de largura entre os seus pontos mais extremos, As outras ilhas são; Benguerra, Magaruque, Bangue e Santa Carolina antes conhecida como a Ilha do Paraíso.
O arquipélago, declarado Parque Nacional no ano 2000, apresenta uma grande diversidade de fauna e flora. Possui grande importância ecológica por albergar a maior população de dugongos existentes na costa do Oceano Índico.
Indiscutivelmente, um destino de rara beleza , distinguindo-se pela sua vida selvagem, águas azul-turquesa e praias idílicas. O arquipélago é merecidamente chamado de “Pérola do Oceano Índico.”
Habitam no arquipélago de Bazaruto cerca de 180 espécies de pássaros, destacando-se os exuberantes flamingos.
Como chegar:
A viagem para o arquipélago é surpreendente e inesquecível. São vinte minutos de puro êxtase, o tempo do voo do aeroporto de Vilanculos até a Ilha de Bazaruto e permite-nos contemplar magníficas vistas. O azul-turqueza do mar e os bancos de areia branca se fundem formando desenhos abstratos capazes de nos tirar o fôlego.
Quando ir Para Bazaruto:
A melhor época para desfrutar do arquipélago de Bazaruto é em julho, quando o clima é quente e seco. Evitar a época das chuvas, entre novembro e março.
Arquipélago das Quirimbas:
Um paraíso tropical com cerca de 50 ilhas e, como todos os paraísos este também é de difícil acesso.
Suas belíssimas praias de águas cristalinas, seus exuberantes jardins de coral, suas anêmonas e peixes multicoloridos, fazem do Arquipélago o cenário ideal para o mergulho, snorkeling, ou pesca desportiva de alto- mar.
Jantares à luz de velas em baixo de baobás iluminados, tornam-se inesquecíveis.
Os lodges intimistas, fazem do arquipélago das Quirimbas, sinônimo de turismo de luxo.

Não volte para casa sem ver as estrelas e o céu de Moçambique.
The magic of Mozambique:
Não há como falar de Moçambique, sem falar dos moçambicanos, das cores vibrantes de suas capulanas, das mulheres fortes que trabalham no campo, que pilam e, que sempre trazem seus filhos colados a si.
Sem falar da cordialidade, simpatia e hospitalidade com que recebem os forasteiros; dos sorrisos largos estampados em seus rostos apesar da difícil sobrevivência; da música, ora alegre, ora lamento; da alegria africana misturada com a melancolia herdada dos portugueses.
Talvez agora eu tenha compreendido a magia desta Terra que vicia e faz com que, todos aqueles que partem, anseiem fortemente por voltar.
Um ciclo sem fim!
Sunset Residence é uma propriedade de 35.000 metros quadrados que está localizada em Beverly Hills, LA, com vista para a famosa “Sunset Boulevard”.
Projetada por Biglin Conjunto Arquitetônico foi inspirada nas mansões da Era Dourada de Newport, Rhode Island.
A arquitetura e os interiores são baseados em Louie XVI, e todas as molduras e colunas da propriedade foram projetadas usando proporções historicamente precisas. Para tanto, importaram mão de obra especializada da França, Itália e Portugal.
Recentemente, foi vendida para um casal de chineses por 49,5 milhões de dólares.
A seguir, algumas imagens desta opulenta residência:
images:http://www.finton.com



















































































































































































